A
Copa do Mundo é um evento que reúne muitos fatos curiosos. Idealizada na
fundação da FIFA em 1904, a Copa do Mundo só foi realizada após a reconstrução
da Europa dos destroços da Primeira Guerra Mundial.
2 vezes
A FIFA revelou o logo oficial da próxima Copa do Mundo, que acontecerá na Rússia em 2018. O design foi apresentado por astronautas soviéticos diretamente da Estação Espacial Internacional (ISS).
A proposta é representar "a rica tradição artística, história de conquistas e inovação" do país. A criação é do estúdio português Brandia Central, que recentemente mostrou o logo da Copa América 2015, no Chile.
Fonte: www.uol.com.br
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A Copa do Mundo de 2018, na Rússia, já tem seu mascote definido. Trata-se do lobo siberiano Zabivaka, que foi eleito em votação aberta, que teve mais de um milhão de participações.
Lista de mascotes da Copa do Mundo de Futebol FIFA
Fonte: www.veja.abril.com.br
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As mascotes estão em qualquer evento de grande porte, a Copa do Mundo não poderia ser diferente. A Copa do Mundo é um evento visto com bilhões de pessoas e que envolve bilhões de dólares.
O
primeiro torneio foi disputado em 1930 no Uruguai. Os anfitriões foram os
primeiros campeões mundiais. O Brasil ganhou as Copas de 1958 na Suécia, 1962
no Chile, 1970 no México, 1994 nos Estados Unidos e 2002 na Coreia do Sul e
Japão. Conheça mais sobre as curiosidades das Copas do Mundo.
Fonte: www.duplipensar.net
Técnicos do Brasil em todas as Copas
O Brasil é
o único pais do mundo que participou de todas as Copas do Mundo de Futebol.
Apresentamos abaixo uma lista com o nome de todos os técnicos que dirigiram a
seleção brasileira desde a Copa do Mundo de 1930 no Uruguai até a Copa da
Rússia de 2018.
1930 - Píndaro do Carvalho
1934 - Luís
Vinhais
1938 -
Ademar Pimenta
1950 -
Flávio Costa
1954 - Zezé
Moreira
1958 -
Vicente Feola
1962 -
Aimoré Moreira
1966 -
Vicente Feola
1970 -
Mário Jorge Lobo Zagallo
1974 -
Mário Jorge Lobo Zagallo
1978 -
Cláudio Coutinho
1982 - Telê
Santana
1986 - Telê
Santana
1990 -
Sebastião Lazaroni
1994 -
Carlos Alberto Parreira
1998 -
Mário Jorge Lobo Zagallo
2002 - Luis
Felipe Scolari
2006 -
Carlos Alberto Parreira
2010 -
Dunga
2014 - Luís Felipe Scolari
2018 - Tite (Adenor Leonardo Bacchio)
2014 - Luís Felipe Scolari
2018 - Tite (Adenor Leonardo Bacchio)
Fonte: www.suapesquisa.com
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Países sede da Copa do Mundo de
futebol (1930-2014)
2 vezes
Brasil -
1950 e 2014
Alemanha -
1974 e 2006
França -
1938 e 1998
Itália -
1934 e 1990
México -
1970 e 1986
1 vez
Uruguai -
1930
Suíça -
1954
Suécia -
1958
Chile -
1962
Inglaterra
- 1966
Argentina -
1978
Espanha -
1982
Estados
Unidos - 1994
Coreia do
Sul - 2002*
Japão -
2002*
África do
Sul - 2010
Rússia - 2018
Rússia - 2018
* Sede
dividida entre os dois países.
- Maior público em Copas do Mundo: 174.000 no jogo Uruguai 2 x 1 Brasil em 16 de julho de 1950 - Estádio do Maracanã - Rio de Janeiro.
- Maior público e Eliminatórias: 162.764 no jogo Brasil x Colômbia em 9 de março de 1977 - Estádio do Maracanã - Rio de Janeiro.
Fonte: www.duplipensar.net
A identidade visual da Copa do Mundo de 2018
A FIFA revelou o logo oficial da próxima Copa do Mundo, que acontecerá na Rússia em 2018. O design foi apresentado por astronautas soviéticos diretamente da Estação Espacial Internacional (ISS).
A proposta é representar "a rica tradição artística, história de conquistas e inovação" do país. A criação é do estúdio português Brandia Central, que recentemente mostrou o logo da Copa América 2015, no Chile.
Fonte: www.uol.com.br
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Mascote da
Copa 2018 ganha nome de Zabivaka
A Copa do Mundo de 2018, na Rússia, já tem seu mascote definido. Trata-se do lobo siberiano Zabivaka, que foi eleito em votação aberta, que teve mais de um milhão de participações.
O
vencedor duelava com um tigre e com um gato. Zabivaka recebeu 53% dos votos
para ser o ganhador. O tigre ficou em segundo, com 27%, enquanto o gato teve
20%, terminando em último lugar.
Segundo a FiFa, Zabivaka significa, em russo,
algo como “aquele que marca gols”
Lista de mascotes da Copa do Mundo de Futebol FIFA
Copa do
Mundo de 1966 na Inglaterra - Willie, um leão
Copa do
Mundo de 1974 na Alemanha Ocidental - Tip e Tap, dois jovens
Copa do
Mundo de 1978 na Argentina - Gauchito, um garoto
Copa do
Mundo de 1982 na Espanha - Naranjito, uma laranja
Copa do
Mundo de 1986 no México - Pique, uma pimenta
Copa do
Mundo de 1990 na Itália - Ciao, um boneco
Copa do
Mundo de 1994 nos Estados Unidos - Striker, um cão
Copa do
Mundo de 1998 na França - Footix, um galo
Copa do Mundo
de 2002 na Coreia do Sul e Japão - Ato, Kaz e Nik, criaturas futurísticas
Copa do
Mundo de 2006 na Alemanha - Goleo VI e Pille
Copa do
Mundo de 2010 na África do Sul - Zakumi
Copa do Mundo
de 2014 no Brasil - Fuleco, tatu
Copa do Mundo de 2018 na Rússia - Zabivaka, lobo siberiano
Copa do Mundo de 2018 na Rússia - Zabivaka, lobo siberiano
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As mascotes estão em qualquer evento de grande porte, a Copa do Mundo não poderia ser diferente. A Copa do Mundo é um evento visto com bilhões de pessoas e que envolve bilhões de dólares.
As mascotes se tornaram no século XX um poderoso
instrumento para impulsionar as vendas de produtos relativas aos eventos e para
caracterizá-los.
É impossível lembrar das Olimpíadas de Moscou sem se
associar ao ursinho Misha. Realizadas em 1980, durante a Guerra Fria, as
Olimpíadas viraram uma arma de propaganda política. Mesmo com o boicote
liderado pelos Estados Unidos, devido à invasão do Afeganistão pelos
soviéticos, a lembrança da Olimpíada realizada em 1980 continua viva. Como não
esquecer o choro de Misha no encerramento dos jogos?
TÍTULO RECONTADO
Curiosidades de 1962
A campanha do Brasil
A Seleção Brasileira que aterrissou no Chile em 1962 trazia na bagagem o primeiro título mundial, conquistado quatro anos antes, na Suécia. A equipe que deixara para trás o Complexo de Viralatas, expressão eternizada por Nelson Rodrigues para identificar a incapacidade de o “escrete”, até então, se destacar em eventos internacionais, tinha no elenco várias estrelas, como Gilmar, Djalma Santos, Nílton Santos, Didi, Zagallo, Vavá, Pepe, Zito, Garrincha e Pelé. Além deles, oito novatos em Mundiais: Jair Marinho, Jurandir, Altair, Zequinha, Mengálvio, Jair da Costa, Coutinho e Amarildo.
A campanha do Brasil
A Seleção Brasileira que aterrissou no Chile em 1962 trazia na bagagem o primeiro título mundial, conquistado quatro anos antes, na Suécia. A equipe que deixara para trás o Complexo de Viralatas, expressão eternizada por Nelson Rodrigues para identificar a incapacidade de o “escrete”, até então, se destacar em eventos internacionais, tinha no elenco várias estrelas, como Gilmar, Djalma Santos, Nílton Santos, Didi, Zagallo, Vavá, Pepe, Zito, Garrincha e Pelé. Além deles, oito novatos em Mundiais: Jair Marinho, Jurandir, Altair, Zequinha, Mengálvio, Jair da Costa, Coutinho e Amarildo.
Logo na segunda partida do Brasil, diante da
Tchecoslováquia, um revés. Pelé, que deu uma assistência e marcou um gol no
primeiro jogo, diante do México, se contundiu. Não pôde jogar mais o
campeonato. Felizmente para a Seleção, o elenco tinha um segundo trunfo, pronto
para assumir o protagonismo, se tornar o melhor jogador do torneio e um dos
principais responsáveis pela conquista do bi. Um ponta direita de pernas
tortas, dribles desconcertantes e pontaria invejável. Começava a se desenhar a
Copa de Garrincha. Confira, jogo a jogo, o caminho do bi.
30 de maio de 1962
Brasil 2 x 0 México
Local: Viña Del Mar
O nervosismo típico de estreia fez com que o jogo chegasse
ao intervalo sem gols. No início do segundo tempo, aos 11 minutos, Pelé cruzou
da direita milimetricamente e Zagallo, de peixinho, marcou o primeiro. Aos 27
minutos, Pelé levou um dos zagueiros com um drible de corpo, invadiu a área e,
quase caindo, chutou forte, de canhota, para dar números finais ao placar.
2 de junho de 1962
Brasil 0 x 0 Tchecoslováquia
Local: Viña del Mar, Estádio Sausalito
Foi no empate com a Tchecoslováquia que Pelé deu adeus a
sua participação na Copa de 62. Ele chutou uma bola de fora da área aos 28
minutos do primeiro tempo e caiu no chão. Diagnóstico: estiramento na coxa.
Como substituições não eram permitidas, Pelé ficou em campo, fazendo número,
até o final. A partir do jogo seguinte, seria substituído por Amarildo.
Garrincha até acertou a trave, mas o placar terminou mesmo sem gols.
6 de junho de 1962
Brasil 2 x 1 Espanha Viña del Mar, Estádio Sausalito
Gols: Abelardo 35'-1°, Amarildo 27'e 86'-2°
Sérgio Bustamante. Nem espanhol, nem brasileiro. Chileno.
Não jogava na linha nem no gol. Mas com um apito na boca. O árbitro da partida
que definiria a classificação brasileira para a segunda fase e a consequente
eliminação da Espanha foi um dos protagonistas da partida. A equipe espanhola
abriu o marcador aos 35 minutos do primeiro tempo e teve, em seguida, a chance
de ampliar. O zagueiro Nilton Santos fez pênalti num atacante adversário, mas,
esperto, deu dois passos para frente, saiu da área e o árbitro transformou a
penalidade em falta fora da área. Na cobrança, nova polêmica. Bustamante apitou
um impedimento que ninguém viu instantes antes de Puskas marcar, de bicicleta,
o segundo gol espanhol. Arbitragem à parte, a Seleção soube aproveitar as
chances que teve. No segundo tempo, Amarildo, o “Possesso”, na definição de
Nelson Rodrigues, marcou duas vezes. A primeira com oportunismo, após
cruzamento da esquerda de Zagallo, aos 27. A segunda numa jogada desenhada por
Garrincha, aos 41. O ponteiro direito, na sua melhor característica, driblou
dois defensores, chegou à linha de fundo e mirou a cabeça do artilheiro.
Amarildo conferiu.
Quartas de final
Brasil 3 x 1 Inglaterra
Local: Viña del Mar, Estádio Sausalito
Gols: Garrincha 30’-1º 14’-2º, Hitchens 38’-1º e Vavá
8’-2º
A fase do mata-mata marca o período da competição em que a
Seleção decola, muito em função de Mané Garrincha chamar para si a
responsabilidade. Antes do jogo, o jogador profetizou que o placar seria 3 x 1
para o Brasil. Como o resultado foi o mesmo, os jornais ingleses deram a
seguinte manchete: " Garrincha é extraterrestre”. Aos 30 do primeiro
tempo, depois de Zagallo bater escanteio, Garrincha ganhou a dividida com
Norman e cabeceou para dentro do gol inglês. Vale ressaltar que o cabeceio não
era tido como uma das especialidades de Mané. O troco veio oito minutos depois.
Uma cobrança de falta encontrou Greaves.
Ele cabeceou, a bola bateu na trave e sobrou limpa, aos pés de Hitchens, que
converteu. No intervalo, 1 x 1.
Veio o segundo tempo e aos oito minutos Garrincha bateu
falta, outra novidade para muitos. A bola atravessou a barreira, o goleiro
Springett bateu roupa e Vavá, de cabeça, conferiu. O último gol do Brasil e o
passaporte para a semifinal saiu novamente dos pés de Garrincha, e mais uma vez
em jogada fora do script esperado. Amarildo passou a bola para Mané, que chutou
de longe, próximo da meia lua da área, pelo lado esquerdo do ataque. A bola
entrou no ângulo esquerdo do goleiro inglês.
Semifinal
Brasil 4 x 2 Chile
Local: Santiago, Estádio Nacional de Chile
Por a semifinal brasileira ser contra os Chilenos, os
donos da casa, a delegação tomou vários cuidados antes do jogo. Na manhã do
duelo, a comissão técnica brasileira saiu para comprar salame, mortadela,
queijo e pão. Os jogadores almoçaram apenas sanduíches. Havia um temor de que
algo pudesse ser colocado na comida do hotel. Depois, a comitiva viajou de
trem. Os jogadores desceram duas estações antes do destino final e seguiram de
ônibus diretamente para o Estádio Nacional, driblando a multidão que foi à
estação de trem hostilizar os brasileiros.
Em campo, novo show de Garrincha. Logo aos 9 minutos,
Amarildo errou uma bicicleta dentro da área e a bola sobrou para Mané, na
entrada da área. Ele chutou com violência, de canhota, no ângulo esquerdo do
goleiro Escuti. Aos 31, Zagallo e
Garrincha fazem um gol parecido com o convertido contra a Inglaterra. Zagallo
bateu escanteio e Garrincha correu boa parte da extensão da área para cabecear
para a rede. Pouco antes do fim da etapa inicial, Toro reacendeu a esperança
local, descontando para o Chile em cobrança de falta perfeita.
Na segunda etapa, não houve tempo para os chilenos
crescerem. Logo aos três minutos, Vavá marcou o terceiro do Brasil, após
escanteio cobrado por Garrincha. Com 17 minutos do segundo tempo, Leonel
Sanchez ainda diminuiu de pênalti. Mas aos 32 minutos Vavá balançou novamente a
rede com um gol de cabeça dentro da pequena área. O final do jogo ainda contou
com a expulsão de Garrincha, que deu um pontapé no lateral chileno Rojas. Felizmente para o Brasil, a
Seleção pôde escalar o astro na decisão.
Final
17 de Junho de 1962
Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia
Local: Santiago, Estádio Nacional de Chile
Gols: Masopust 15’-1º, Amarildo 17’-1º, Zito 24’-1º, Vavá
33’-2º
Depois do 0 x 0 da primeira fase, Brasil e Tchecoslováquia
se reencontraram na final. E o início não foi promissor para a torcida
verde-amarela. Aos 15 minutos, Masopust fez fila na entrada da área brasileira,
entrou livre, aproveitou a saída do goleiro Gilmar e marcou. O alívio veio dois
minutos depois. Amarildo, após receber a bola de um arremesso lateral, passou
por Pluskal e Tichy, foi até a linha de fundo e, meio sem ângulo, chutou
cruzado: 1 x 1. Aos 24 minutos do segundo tempo, Zito virou com um gol de
cabeça, após bela jogada de Amarildo, que dribou um defensor quase dentro da
pequena área e cruzou na medida para o cabeceio. Para concretizar a vitória,
Vavá marcou o terceiro: Djalma Santos recebeu arremesso lateral, passou por
Jelinek e cruzou. O goleiro tcheco se atrapalhou e perde a bola. Vavá,
oportunista, fechou a conta do bi. Coube ao capitão Mauro Ramos de Oliveira a
honra de erguer a taça Jules Rimet.
Ficha técnica do Brasil:
Colocação: Campeão
Campanha: seis partidas: cinco vitórias, um empate,
catorze gols a favor e cinco gols contra.
O time da final: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e
Nilton Santos; Zito e Didi; Amarildo, Garrincha, Vavá e Zagallo.
Fonte: www.copa2014.gov.br
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Fonte: www.copa2014.gov.br
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